Déjà-vu

A caprichada Coleção Contos Fantásticos, coordenada por Braulio Tavares para a editora Casa da Palavra, chega ao quinto e glorioso volume. Depois de Páginas de sombra, Contos fantásticos no labirinto de Borges, Freud e O estranho e Contos obscuros de Edgar Allan Poe, é a vez de Páginas do futuro tocaiar o leitor tupiniquim com seu canto de sereia tecnológica e visionária.

A nova antologia reflete em pequena escala a grande diversidade inventiva desse gênero de mil faces que é a ficção científica. São doze narrativas diferentes na linguagem e na temática: doze visões particulares do que o futuro nos reserva, antecedidas por uma apresentação concisa e eficiente do gênero e dos contos.

Eu participo com Déjà-vu, escrito originalmente para a coletânea Contos imediatos, organizada por Roberto de Sousa Causo, e depois incluído em meu artefato de estreia, Paraíso líquido. A companhia não podia ser melhor: Ademir Assunção, André Carneiro, Ataíde Tartari, Fábio Fernandes, Fausto Fawcett, Finisia Fideli… Cercando os autores e suas páginas do futuro extraordinário há oito divertidas colagens de Romero Cavalcanti, em que máquinas, pessoas, edifícios, pequenas e grandes criaturas dançam o rondó do delírio.

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