Pequenos grandes horrores

Faz pouco tempo, pra vencer o tédio da espera, comecei a escrever contos curtos e minicontos na fila do banco, no metrô etc. São histórias breves, de temperamento fantástico ou bizarro, às vezes apenas o esqueleto de um enredo: uma estrutura que, diferente do esqueleto dos vertebrados, não precisa de carne nem músculos pra parar em pé.

Planejo enviar os melhores contos aos jornais e revistas culturais de papel ou online. Dois deles já foram publicados recentemente, um no jornal Rascunho e o outro na revista Lama, ambos de Curitiba.

Bilhetes (ilustrado por Theo Szczepanski)
Sermão contra a imaginação (criado a partir de uma ilustração de Daniel Gonçalves)

Até agora escrevi dez contos curtos e dez minicontos. Continuarei o exercício, sem pressa, até reunir pelo menos umas sessenta ou setenta ficções. Quando chegar a isso, escolherei as melhores para um livro que se chamará Pequena coleção de grandes horrores.

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